SÃO GOTARDO-MG – DIOCESE DE PATOS DE MINAS

Santos mês a mês

São Lázaro de Betânia (17 de dezembro)

Dezembro de 2010

São Lázaro de Betânia foi o protagonista de um dos milagres mais impressionantes de Jesus Cristo, já que foi ressuscitado pelo Senhor depois de quatro dias de haver falecido.

Segundo as Sagradas Escrituras, Lázaro adoeceu gravemente e duas de suas irmãs, Marta e Maria, enviaram com urgência um mensageiro ao lugar onde se encontrava Jesus, com a seguinte mensagem: “Aquele a quem Você ama, está doente”.

Muito belo modo de dizer com poucas palavras muitas coisas. Se o amar, estamos seguros de que virá, e se vier, livrar-se-á da morte.

Lázaro falece e recém ao quarto dia chegou o Senhor. As duas irmãs saem ao encontro de Jesus em meio a lágrimas e soluços, dizendo-lhe: “Oh! Senhor, se tivesse estado aqui! Se tivesse ouvido como te chamava Lázaro! Só uma palavra tinha em seus lábios: ‘Jesus’! Não tinha outra palavra em sua boca. Chamava-te em sua agonia. Desejava tanto ver-te! Oh! Senhor, se tivesse estado aqui não haveria morrido nosso irmão”. Jesus responde: – “Eu sou a ressurreição e a vida. Os que acreditam em Mim, não morrerão para sempre”. Jesus, ao vê-las chorar comoveu-se e também chorou.

Nosso Redentor, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, também sentiu a dor diante da morte de um ser querido. Os judeus que estavam ali em grande número, exclamaram: “Olhem quanto Ele o amava!”. Jesus então disse: Lázaro, eu te mando, saia! E Lázaro levantou-se. Depois de quatro dias morto, foi ressuscitado milagrosamente e visto pela multidão que contemplou o fato.

SANDRA CAMARGOS (AGENTE DA PASCOM) – ACI DIGITAL

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São Zacarias e santa Isabel (5 de novembro)

Novembro de 2010

Viveram no primeiro século e foram os pais de João Batista, santo que antecedeu Jesus e o batizou (eram primos).

Tudo que sabemos deles é encontrado no primeiro capítulo do Evangelho de são Lucas. “Ambos muito honestos e íntegros aos olhos do Senhor observando todos os mandamentos e os ensinamentos de Deus com alegria.

Zacarias era um sacerdote no velho convento e Isabel era da família de Araon. Tendo chegado a uma idade madura sem terem filhos, Zacarias, quando orava no templo teve uma visão de um anjo, que disse a ele que suas preces haviam sido atendidas e que em breve teriam um filho.

Talvez para prevenir que Zacarias pecasse contra a fé e a esperança, ele ficou meio bobo até o nascimento do seu filho, que era para ser chamado João, “aquele que receberia o Espírito Santo ainda no útero de sua mãe, e que traria muitos filhos de Israel de volta para o Senhor seu Deus”.

Isabel recebeu a visita de Maria, mãe de Jesus, e na época Maria cantou um hino de homenagem a Isabel, hoje conhecido como o “Magnificat” embora alguns manuscritos indiquem que foi Isabel quem teria cantado o hino.

Na época, em geral, uma criança receberia o nome de um parente já falecido. Isto era o que os amigos e vizinhos de Isabel e Zacarias esperavam, mas Isabel insistiu que ele deveria se chamar João e seu pai escreveu que concordava.

A tradição, apoiada por são Basílio e são Cyrilo da Alexandria, assegura que Zacarias morreu como um mártir, morto pelos romanos no templo “entre o pórtico e o altar” a mando de Herodes, porque ele recusou a revelar onde se encontrava seu filho João. Entretanto, cumpre observar que os arquivos da Martirologia Romana não noticiam este incidente.

Na arte litúrgica da Igreja Isabel é mostrada como uma senhora já idosa, segurando o filho João, o Batista; ou grávida saudando a Virgem.

No evangelho de são Lucas ela é mostrada com a Virgem Maria na “Visitação” onde a santa recita o: “Salve Maria, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre, Jesus”.

Zacarias geralmente mostrado como um velho padre com uma vela e às vezes no nascimento de João ou ainda segurando uma vela iluminada.

A festa de Isabel e Zacarias é celebrada no dia 5 de novembro

SANDRA CAMARGOS (AGENTE DA PASCOM) – Fonte: internet

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SANTOS ANJOS DA GUARDA

Outubro de 2010

Em 2 de outubro, dia em que fazemos memória do nosso protetor, a Igreja termina assim o hino e oração da manhã: “Salvai por vosso filho a nós, no amor; ungidos sejamos pelos anjos; por Deus trino, protegidos!”

A palavra anjo significa “enviado, mensageiro divino”. Muitas vezes encontramos as manifestações dos anjos como missionários de Deus, e por isso lemos com clareza no salmo 91: “Pois Ele encarregará seus anjos de guardar-te em todos os teus caminhos”.

Quando nos deparamos com a Anunciação e outros Mistérios da vida de Jesus, conseguimos perceber que este salmo profetiza a presença dos anjos na vida do Senhor. Ora, Cristo é o primogênito de todas as criaturas, nosso irmão e modelo. Se sua humanidade, apesar de unida com a Divindade, era continuamente protegida por anjos, quanto mais devemos ser nós, seus membros tão frágeis! Tanto o Pai quer isto que revelou a Jesus: “Guardai-vos de desprezar algum desses pequeninos, pois eu vos digo, nos céus os seus anjos se mantêm sem cessar na presença do meu Pai que está nos céus.” (Mt 18,10)

Nos Atos dos Apóstolos e nos escritos de são Bernardo, santo Tomás de Aquino e outros Doutores da Igreja, encontramos testemunhos que nos motivam a confiarmos nos Santos Anjos protetores de cada um, pois atesta a Sagrada Escritura: “Não são todos (os anjos) eles espíritos cumpridores de funções e enviados a serviço, em proveito daqueles que devem receber a salvação como herança?” (Hb 1,14)

Na Inglaterra, desde o ano 800, acontecia uma festa dedicada aos Anjos da Guarda, e a partir do ano 1111 surgiu uma linda oração (apresentada a seguir). Da Inglaterra, esta festa se estendeu de maneira universal depois do ano 1608 por iniciativa do Sumo Pontífice da época. Aprendamos e rezemos esta prece: “Anjo do Senhor, que por ordem da piedosa providência Divina, sois meu guardião, guardai-me neste dia (tarde ou noite); iluminai meu entendimento; dirigi meus afetos; governai meus sentimentos para que eu jamais ofenda ao Deus e Senhor. Amém!”

Santos Anjos da Guarda, rogai a Deus por nós!

CAMILA CASTRO – AGENTE DA PASCOM  (FONTE: Internet)

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SÃO MATEUS: apóstolo e evangelista

Agosto de 2010

“Partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus, sentado no posto de cobrança, e disse-lhe: “Segue-me!” Ele levantou-se e seguiu-o. Encontrando-se Jesus à mesa em sua casa, numerosos cobradores de impostos e outros pecadores vieram e sentaram-se com Ele e seus discípulos. Os fariseus, vendo isto, diziam aos discípulos: “Porque é que o vosso Mestre come com os cobradores de impostos e os pecadores?” Jesus ouviu-os e respondeu-lhes: “Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. Ide aprender o que significa: Prefiro a misericórdia ao sacrifício. Porque Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores.”” (Mateus 9,9-13)

“Levantou-se e seguiu-O.” A concisão da frase põe claramente em evidência a prontidão de Mateus a responder à chamada. Para ele isso significava abandonar tudo, sobretudo o que lhe garantia uma fonte segura de recursos, que era, no entanto, desonrosa e muitas vezes injusta. Facilmente se tira daqui uma lição para o presente: também hoje é inadmissível o apego a coisas incompatíveis com a caminhada de seguir a Jesus.

Lembremos que a tradição antiga da Igreja é unânime em atribuir a Mateus a paternidade do primeiro Evangelho. Papias, bispo de Hierápoles, escreveu: “Mateus verteu as palavras (do Senhor) em língua hebraica, e cada um as interpretou como podia”. O historiador Eusébio acrescenta esta informação: “Mateus, que primeiro pregara entre os judeus, quando a certa altura decidiu ir também evangelizar outros povos, escreveu na língua materna o Evangelho que anunciava.”

No Evangelho grego de Mateus que chegou até nós continuamos a ouvir ainda, de alguma maneira, a voz persuasiva do publicano Mateus que, tornado apóstolo, continua a anunciar-nos a misericórdia salvífica de Deus, e escutando essa mensagem de são Mateus, nela meditemos sempre, para aprendermos, também nós, a levantarmo-nos e a seguir Jesus com determinação.

PAPA BENTO XVI – Audiência geral de 30/08/2006 (trad. DC n° 2365, p. 826)

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NOSSA SENHORA DAS DORES

Agosto de 2010

Nossa Senhora das Dores (também chamada Nossa Senhora da Piedade, Nossa Senhora da Soledade, Nossa Senhora das Angústias, Nossa Senhora das Lágrimas, Nossa Senhora das Sete Dores, Nossa Senhora do Calvário ou ainda Nossa Senhora do Pranto, e invocada em latim como Beata Maria Virgo Perdolens, ou Mater Dolorosa) é um dos plúrices títulos pelos quais a Igreja Católica venera a Virgem Maria.

O culto à Mater Dolorosa iniciou-se em 1221, no Mosteiro de Schönau, na Germânia. A sua veneração no dia 15 de setembro teve início em 1239 (Florença – Itália), pela Ordem dos Servos de Maria (Ordem Servita).

Deve o seu nome às Sete Dores de Maria:

– As profecias de Simeão sobre Jesus (Lc 2,34-35);

– A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mt 2,13-21);

– O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias (Lc 2,41-51);

– O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário (Lc 23,27-31);

– Maria observando o sofrimento e morte de Jesus na cruz (Jo 19, 25-27);

– Maria recebe o corpo do filho tirado da cruz (Mt 27, 55-61);

– Maria observa o corpo do filho a ser depositado no Santo Sepulcro (Lc 23,55-56).

FONTE: INTERNET

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SÃO JOÃO MARIA VIANNEY

Agosto de 2010

Com admiração, alegramo-nos com a santidade de vida do patrono de todos os vigários, conhecido por Cura D’Ars. São João Maria Vianney nasceu em Dardilly, no ano de 1786, e enfrentou o difícil período em que a França foi abalada pela Revolução Napoleônica.

Camponês de mente rude, proveniente de uma família simples e bem religiosa, percebia desde de cedo sua vocação ao sacerdócio, mas antes de sua consagração, chegou a ser um desertor do exército, pois não conseguia “acertar” o passo com o seu batalhão.

Ele era um cristão íntimo de Jesus Cristo, servo de Maria e de grande vida penitencial, tanto assim que, somente graças à vida de piedade é que conseguiu chegar ao sacerdócio, porque não acompanhava intelectualmente as exigências do estudo do Latim, Filosofia e Teologia da época (curiosamente começou a ler e a escrever somente com 18 anos de idade).

João Maria Vianney, ajudado por um antigo e amigo vigário, conseguiu tornar-se sacerdote e aceitou ser pároco na pequena aldeia “pagã”, chamada Ars, onde o povo era dado aos cabarés, vícios, bebedeiras, bailes, trabalhos aos domingos e blasfêmias; tanto assim que suspirou o Santo: “Neste meio, tenho medo até de me perder”. Dentro da lógica da natureza vem o medo; mas da graça, a coragem. Com o rosário nas mãos, joelhos dobrados diante do Santíssimo, testemunho de vida, sede pela salvação de todos e enorme disponibilidade para catequizar, o santo não só atende ao povo local como também ao de fora no sacramento da reconciliação. Dessa forma, consumiu-se durante 40 anos por causa dos demais (chegando a permanecer 18 horas dentro de um confessionário alimentando-se de batata e pão).

Portanto, são João Maria Vianney, que viveu até aos 73 anos, tornou-se para o povo não somente exemplo de progresso e construção de uma ferrovia – que servia para a visita dos peregrinos – mas principalmente, e antes de tudo, exemplo de santidade, de dedicação e perseverança na construção do caminho da salvação e progresso do Reino de Deus para uma multidão, pois, como padre teve tudo de homem e ao mesmo tempo tudo de Deus.

São João Maria Vianney, rogai por nós!

Fonte: site Canção Nova

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SANTO GREGÓRIO VII

Maio de 2010

Hildebrando nasceu numa família pobre na cidade de Soana, na Toscana, Itália, em 1020. Desde jovem o atraía a solidão e por isso foi para o mosteiro de Cluny e se tornou monge beneditino. Depois estudou em Laterano, onde se destacou pela inteligência e a firmeza na fé. Galgou a hierarquia eclesiástica e foi consagrado cardeal.

Tornou-se o auxiliar direto dos Papas Leão IX e Alexandre II, alcançando respeito e enorme prestígio no colégio cardinalício. Assim, quando faleceu o Papa Alexandre II, em 1073, foi aclamado Papa pelo povo e pelo clero. Assumiu o nome de Gregório VII e deu início à luta incansável para implantar a reforma importantíssima para a Igreja, mais conhecida como “reforma gregoriana”. Há tempos que a decadência de costumes atingia o próprio cristianismo. A mistura do poder terreno com os cargos eclesiásticos fazia enorme estrago no clero. Príncipes e reis movidos por interesses políticos nomeavam bispos, vigários e abades de forma arbitrária.

Desse modo acabavam designando pessoas despreparadas e muitas vezes indignas de ocupar tais cargos. Reinavam as incompetências, os escândalos morais e o esbanjamento dos bens da Igreja. Apoiado por Pedro Damião, depois santo e doutor da Igreja, Papa Gregório VII colocou-se firme e energicamente contra a situação. Claro que provocou choques e represálias dos poderosos, principalmente do arrogante imperador Henrique IV. Este continuou a conferir benefícios eclesiásticos a candidatos indesejáveis.

O Papa não teve dúvidas: excomungou o imperador. Tal foi a pressão sobre Henrique IV, que o tirano teve que se humilhar e pedir perdão, em 1077, para anular a excomunhão, num evento famoso que ficou conhecido como “o episódio de Canossa”. Mas, o pedido de clemência era uma bem elaborada jogada política. Pouco tempo depois o imperador saboreou sua vingança, depondo o Papa Gregório VII e nomeando um antipapa, Clemente III. Mesmo assim Papa Gregório VII continuou com as reformas, enfrentando a ira do governante. Foi então exilado em Salerno, onde morreu mártir de suas reformas no dia 25 de maio de 1085, com sessenta e cinco anos.

Passou para a história como o Papa da independência da Igreja contra a interferência dos poderosos políticos. Sua última frase, à beira da morte, sem dúvida retrata a síntese de sua existência: “Amei a justiça, odiei a iniquidade e, por isso, morro no exílio”. Muitos milagres foram atribuídos à intercessão de Papa Gregório VII, que teve seu culto autorizado pelo Papa Paulo V, em 1606.

Pesquisa: Luana Resende – Pascom

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SÃO JORGE – O santo guerreiro

Abril de 2010

Nascido no ano III D.C., na antiga Capadócia, Jorge aprendeu, desde a sua infância, a temer a Deus e crer em Jesus como seu salvador pessoal. Ele mudou-se para a Palestina com sua mãe após a morte de seu pai. Lá foi promovido a capitão do exército romano devido à sua dedicação e habilidade. Com a idade de 23 anos passou a residir na corte imperial em Roma, exercendo altas funções.

Por essa época, o imperador Diocleciano tinha planos de matar todos os cristãos. No dia marcado para o senado confirmar o decreto imperial, Jorge levantou-se no meio da reunião declarando-se espantado com aquela decisão, e afirmou que os ídolos adorados nos templos pagãos eram falsos deuses.

Todos ficaram atônitos ao ouvirem estas palavras de um membro da suprema corte romana, defendendo com grande ousadia a fé em Jesus Cristo como Senhor e salvador dos homens. Indagado por um cônsul sobre a origem desta ousadia, Jorge prontamente respondeu-lhe que era por causa da VERDADE. O tal cônsul, não satisfeito, quis saber: “O QUE É A VERDADE?”. Jorge respondeu: “A verdade é meu Senhor Jesus Cristo, a quem vós perseguis, e eu sou servo desse meu redentor, Jesus Cristo, e nele confiado me pus no meio de vós para dar testemunho da verdade.”.

Como Jorge mantinha-se fiel a Jesus, o Imperador tentou fazê-lo desistir da fé torturando-o de vários modos. E, após cada tortura, era levado perante o imperador, que lhe perguntava se renegaria a Jesus para adorar os ídolos. Jorge sempre respondia: “Não, imperador! Eu sou servo de um Deus vivo! Somente a Ele eu temerei e adorarei”. E Deus, verdadeiramente, honrou a fé de seu servo Jorge, de modo que muitas pessoas passaram a crer e confiar em Jesus por intermédio da pregação daquele jovem soldado romano. Finalmente, Diocleciano, não tendo êxito em seu plano macabro, mandou degolar o jovem e fiel servo de Jesus no dia 23 de abril de 303. Sua sepultura está na Lídia, Cidade de São Jorge, perto de Jerusalém, na Palestina.

Verdadeiro guerreiro da fé, são Jorge venceu contra Satanás terríveis batalhas; por isso, sua imagem mais conhecida é dele montado num cavalo branco, vencendo um grande dragão. Com seu testemunho, este grande santo nos convida a seguirmos Jesus sem renunciar o bom combate.

Comemora­­-se o dia de são Jorge em 23 de abril.

LUANA RESENDE – EQUIPE PASCOM

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SÃO JOÃO DE DEUS

Março de 2010

No dia 8 de março lembramos a vida de João Ciudad, que depois de viver longa aventura distante de Deus, aventurou-se ao Evangelho e hoje, é aclamado como São João de Deus.

João nasceu em Portugal, em 1495. Com oito anos saiu de casa e foi para a Espanha.

Cresceu trabalhando como um pastor de ovelhas e também fez-se soldado. Trabalhou em hospitais, como simples servente. Foi criado, comerciante, manteve um pequeno negócio de livros.

Ouvindo um sermão do grande pregador Padre João de Ávila (santo) sentiu-se tocado e confessou publicamente todos os erros de sua vida passada. Desfez-se de todos os seus bens, reuniu esmolas e foi cuidar de doentes, especialmente dos loucos e dos incuráveis. Entre eles havia paralíticos, leprosos e até mudos. “Nas horas difíceis – dizia João de Deus – é Jesus Cristo quem provê tudo e dá de comer aos meus queridos doentes”.

João, acolhendo e convertendo indigentes e doentes, fundou, em 1539, um hospital em Granada (Espanha). Com o tempo, fundou outros hospitais, assistido por um grupo de companheiros que, mais tarde, constituíram a Ordem Hospitalar de São João de Deus.

João faleceu em Granada, no dia 8 de março de 1550.

Em 1886 foi declarado, pelo Papa Leão XIII, padroeiro dos hospitais, dos doentes e dos enfermeiros.

Foi beatificado, em 1630, pelo Papa Urbano VIII e canonizado, em 16 de outubro de 1690, pelo Papa Alexandre VIII, sendo, no entanto a sua Bula expedida pelo seu sucessor Papa Inocêncio XII.

Equipe PASCOM – Fonte: Internet

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NOSSA SENHORA DE LOURDES

Fevereiro de 2010

Foi no ano de 1858 que a Virgem Santíssima apareceu, nas cercanias de Lourdes, França, na gruta Massabielle, a uma jovem chamada Santa Marie-Bernard Soubirous ou Santa Bernadete. Essa santa deixou por escrito um testemunho que entrou para o ofício das leituras do dia de hoje.

“Certo dia, fui com duas meninas às margens do Rio Gave buscar lenha. Ouvi um barulho, voltei-me para o prado, mas não vi movimento nas árvores. Levantei a cabeça e olhei para a gruta. Vi, então, uma senhora vestida de branco; tinha um vestido alvo com uma faixa azul celeste na cintura e uma rosa de ouro em cada pé, da cor do rosário que trazia com ela. Somente na terceira vez, a Senhora me falou e perguntou-me se eu queria voltar ali durante quinze dias. Durante quinze dias lá voltei e a Senhora apareceu-me todos os dias, com exceção de uma segunda e uma sexta-feira. Repetiu-me, vária vezes, que dissesse aos sacerdotes para construir, ali, uma capela. Ela mandava que fosse à fonte para lavar-me e que rezasse pela conversão dos pecadores. Muitas e muitas vezes perguntei-lhe quem era, mas ela apenas sorria com bondade. Finalmente, com braços e olhos erguidos para o céu, disse-me que era a Imaculada Conceição”.

Maria é nossa intercessora, modelo da Igreja, imaculada e concebida sem pecado. Nossa, Senhora, nessas aparições pediu o essencial para a nossa felicidade: a conversão dos pecadores. Ela pediu que rezássemos pela conversão deles, com penitência.

Deus quis, e sua Providência Santíssima também demonstrou, dessa forma, a infalibilidade da Igreja. Milagres e sinais aconteceram durante as aparições e continuam a acontecer naquele local. Lá, aonde as multidões vão, o clero e vários papas também já estiveram.

Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós!

Camila – Equipe PASCOM

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SAGRADA FAMÍLIA

Dezembro 2009

O dia da Sagrada Família é celebrada no domingo seguinte ao Natal.

A data marca, para as comunidades cristãs, uma série de atividades e reflexões sobre a promoção da vivência dos ensinamentos de Jesus e do amor no seio da família, sua importância para o indivíduo e para a sociedade.

Somos levados, sobretudo, a considerar as figuras de Maria Santíssima e São José, que corresponderam inteiramente à graça de Deus, e souberam, cada qual segundo seu papel no seio familiar, ser imitadores e discípulos de Cristo, Nosso Senhor.

A Família de Nazaré é para nós, hoje, mais do que nunca, modelo de unidade, amor e fidelidade. Essa família é o modelo de todos os tempos.

Esta celebraçao serve para que todas as famílias se lembrem da humilde Sagrada Família, que mudou o rumo da humanidade. Ela representa o gesto transcendente de Deus, que se acolheu numa família humana para ensinar o modo de ser feliz: AMAR O PRÓXIMO COMO A NÓS MESMOS.

Glauce – Equipe PASCOM

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SANTA MARIA GORETTI

Junho de 2009

Santa Maria Goretti é padroeira das adolescentes, da castidade e das “Filhas de Maria”.

Sua festa é celebrada no dia 6 de julho.

Santa Maria Goretti foi uma virgem e mártir, com muitos milagres após sua morte. Ela nasceu em 16 de outubro de 1890, na cidade de Corinaldo, Itália, filha de um fazendeiro, Luiggi Goretti, que se mudou com a família para Ferriere di Conca, perto de Anzio.

No dia 16 de julho de 1902, Maria estava sentada no degrau de sua casa remendando uma camisa, quando Alexandre Serenelli, filho do sócio de seu pai, arrastou-a para dentro. Enquanto ela gritava e se debatia, ele rasgava as roupas dela e tentava asfixia-la, apertando o pescoço dela. Ela debateu-se e ele a ameaçou com uma faca. Ela gritava que preferia morrer a perdeu sua virgindade. Então ele a esfaqueou repetidamente nas costas e depois correu. Ela foi levada para o hospital, mas estava claro que não iria sobreviver. Nas suas últimas horas de vida, ela perdoou o seu assassino. Ela morreu no mesmo dia do ataque. Alexandre foi sentenciado a 38 anos de cadeia, e, numa noite, experimentou uma visão de Maria Goretti apanhando flores e oferecendo-as a ele; desde então ele experimentou uma mudança de personalidade e do modo de ver vida, pedindo, repetidamente o perdão à mãe de Goretti. No Natal de 1937, Alexandre e a mãe de Maria Goretti receberam a comunhão um ao lado do outro, atendendo, segundo a tradição, as visões que ambos tiveram, de que Santa Maria Goretti havia feito um pedido a eles em aparições separadas. Alexandre tem sido citado como um exemplo pelos advogados da abolição da pena de morte.

Em 1947, Santa Maria Goretti foi beatificada pelo Papa Pio XII, que apareceu no “Balcão de São Pedro” com a mãe de Maria, três das suas irmãs e irmãos. Em 1950 ela foi canonizada pela sua pureza, sendo que uma grande multidão compareceu à cerimônia; Alexandre estava ainda vivo e também compareceu. Na época de canonização de Santa Maria Goretti já haviam sido verificados e certificados cerca de 40 milagres resultados de sua intercessão.

Rodrigo Lima (PASCOM) – Pesquisa: Internet

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SÃO DOMINGOS SÁVIO

Março de 2009

São Domingos Sávio nasceu em Riva de Chieri, Itália, em 2 de abril de 1842. Era filho de um ferreiro e uma costureira. Sua receita de fé era simples, pregava a execução com os deveres da Igreja, a submissão a Deus e a dedicação de amor ao próximo. Esta formula já era fruto de uma frase sua, dita no ato de sua primeira comunhão, quando tinha apenas sete anos: “ANTES MORRER DO QUE PECAR”. Essa idéia o seguiu até o final de sua vida. São Domingos Sávio amada demais a Eucaristia, e sua mãe Nossa Senhora.

Ele foi aluno de Dom Bosco e um dos primeiros colaboradores na obra salesiana. Cumpriu seus deveres dedicando-se ao serviço do próximo com zelo e despojamento de si, desejando ardentemente a santidade de vida.

São Domingos Sávio morreu em Mondônio, no dia 9 de março de 1857 e Dom Bosco relata a morte deste menino comparando-o a um pássaro que voa para o céu. Estava ele doente na casa do pai, quando disse: “Querido pai, chegou a hora. Pegue no Jovem cristão (livro de orações) e leia a ladainha da boa morte…” Domingos repetia com voz clara e distinta todas as palavras… Pareceu conciliar o sono. Pouco depois despertando disse: – Adeus, pai, adeus! Oh! Que coisas tão lindas estou vendo! E morreu tranquilamente.

Seu dia é comemorado em 5 de março.

Glauce Rodrigues – Equipe PASCOM

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SÃO BRÁS

(Protetor dos males da garganta e de engasgos)

Fevereiro de 2009

Brás era armênio, nascido de uma família rica, por volta do século III. Sendo médico, usava dos seus conhecimentos para resgatar a saúde do corpo e da alma, pois também se ocupava de evangelizar.

Ao viver grande santidade, tornou-se bispo de Sebaste, na Capadócia, atual Armênia. Isso aconteceu durante a forte perseguição religiosa dos cristãos imposta pelo imperador romano Diocleciano (284-305); todavia, Brás sempre procurava exortar seus fiéis à firmeza da fé. Tudo começou a ficar perigoso e, por inspiração divina, escondeu-se nas colinas. Contam que caçadores o encontraram em uma caverna cercada de animais selvagens, onde cuidava dos animais que estavam doentes, sem que o atacassem. Brás evitou que os caçadores vitimassem os animais, mas os caçadores, num ato insensato, o levaram à prisão da cidade. No caminho, Brás fez com que um lobo soltasse um porco que tinha capturado.

Brás foi julgado frente o governador da Capadócia, durante a perseguição do imperador Licínio (308-324), sendo condenado por não querer renegar Cristo e sacrificar-se à fé pagã. Ele enfrentou muitas torturas, inclusive teve suas carnes rasgadas com pentes de ferro. A sentença foi para que morresse vagarosamente de fome na prisão. Nesse tempo a camponesa dona do porco libertado foi visita-lo na prisão, lhe levando-lhe comida. Lá pelas tantas, como Brás não parecia abater de fome, o governador manda decapita-lo. Brás sofreu o martírio em 316, na Armênia.

São Brás é invocado especialmente contra as doenças da garganta, porque certa vez salvou, com oração, conforme narram as Atas de sua vida, um menino já sem esperança que estava engasgado com uma espinha de peixe. Por isso ele é considerado protetor dos males da garganta e de engasgos, e, no dia de sua festa, 3 de fevereiro, ocorre a benção das gargantas. A benção das gargantas é feita com duas velas ligeiramente abertas e comprimidas de encontro à garganta. As velas são usadas porque a mãe do menino curado por São Brás levou para ele um par de velas na prisão, velas com as quais recebia luz e calor.

Na liturgia da Igreja Católica, São Brás é mostrado com duas velas nas mãos e, em frente a ele, uma mãe carregando uma criança com mão na garganta, como pedindo para ele curá-la.

Muitos eventos miraculosos são mencionados nos estudos sobre São Brás e ele é muito venerado no Brasil.

São Brás pertence ao grupo dos 14 Santos Auxiliares.

Por intercessão de São Brás, Bispo e Mártir, livra-nos, Deus do mal da garganta e qualquer outra doença. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Pesquisa: Fabinho – Equipe PASCOM

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SÃO JOÃO BOSCO

Janeiro de 2009

No dia 31 de janeiro celebramos a memória de São João Bosco, fundador e pai da família salesiana. Dom Bosco viveu no apostolado a frase de São Dionísio: “Das coisas divinas a mais divina é cooperar com Deus para salvar as almas”.

Ele nasceu em 1815 próximo a Turim. Com dois anos de idade perdeu o pai, sendo que a mãe Dona Margarida batalhou contra a pobreza para criar seus filhos. Tamanha era a luta desta mãe, que diante do chamado de João Bosco ao sacerdócio, disse-lhe: “Eu nasci na pobreza, vivi sempre pobre e desejo morrer pobre. Se tu desejas tornar-te padre para ficar rico, eu nunca irei te visitar”. Providencialmente, todos os desafios e durezas da vida fizeram do coração do sacerdote, de vinte e seis anos então, um homem sensível aos problemas dos jovens abandonados ou que viviam longe de suas famílias como operários. Desta realidade começou a desabrochar o carisma que concretamente construiu os Oratórios, que eram – como ainda são – lugares de resgate das almas dos jovens. O método de apostolado de Dom Bosco era o de partilhar em tudo a vida dos jovens; para isso abriu escolas de alfabetização, de artesanato, casas de hospedagem, campos de diversão para os jovens com catequese e orientação profissional. Por esta razão, a Igreja reza: “Deus suscitou São João Bosco para dar à juventude um mestre e um pai”.

Mesmo incompreendido por muitos e acusado de louco, conseguiu atrair a tantos jovens, que fundou a Congregação dos Salesianos, cujo nome é em homenagem à proteção de São Francisco de Sales. Também colaborou para o surgimento do Instituto das Filhas de Maria Auxiliadora. De porte atlético, memória incomum, inclinado à música e à arte, Dom Bosco tinha uma linguagem fácil, espírito de liderança e era ótimo escritor. Este grande apóstolo da juventude faleceu no dia 31 de janeiro de 1888, na cidade de Turim, e segundo os médicos a causa de sua morte se deu por ele ter consumido todas as suas forças e energia, já que ele afirmava ter sido colocado neste mundo para os outros.

Dom Bosco, rogai por nós!

Equipe PASCOM – Fonte: http://www.cancaonova.com

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SANTO ANTÔNIO DE SANT´ANA GALVÃO

Dezembro 2008

Antônio de Sant´ana Galvão nasceu no dia 10 de maio de 1739, na cidade de Guaratinguetá (SP), tendo vindo de uma família cristã muito generosa e bondosa.

Seu pai, para lhe dar uma educação adequada, enviou-o, aos treze anos, a Belém (BA) para estudar no Seminário dos Padres Jesuítas.

Em 1760 ingressou no noviciado da Capitania do Rio de Janeiro e, em 1762 foi ordenado sacerdote, sendo transferido para o Convento de São Francisco em São Paulo. Conta-se que foi a pé, como forma de evangelizar as populações ao longo do Rio Paraíba, tendo dedicado especial atenção aos enfermos, aflitos e escravos.

Em fevereiro de 1774, junto com a Madre Helena do Espírito Santo, fundou em São Paulo, o hoje conhecido Mosteiro da Luz.

PÍLULAS DE FREI GALVÃO – Uma mulher em trabalho perigoso de parto teve o parto regularizado ao ingerir três papelinhos confeccionados por Frei Galvão, os quais continham a Oração “Ofício a Nossa Senhora”: Post partum Virgo Inviolata permansisti: Dei Genitrix intercede pro nobis (Depois do parto, ó Virgem, permaneceste intacta: Mãe de Deus, intercedei por nós) confeccionados por Frei Galvaõ. Outras graças foram começando a acontecer mais graças, e hoje, no Mosteiro da Luz, os devotos fazem enormes filas a procura das pílulas que são dadas pelas freiras do Mosteiro.

Ele faleceu, santamente, em 23 de dezembro de 1822, às 10 horas, no Mosteiro da Luz, havendo recebido todos os Sacramentos. Foi sepultado na Capela-Mor da Igreja do Mosteiro da Luz, que ainda hoje continua sendo visitada pelos fiéis. Milagres foram creditados à sua intercessão, sendo aprovados em 6 de abril de 1998.

BEATIFICAÇÃO – Frei Galvão foi elevado a “Venerável” em 8 de março de 1977 e beatificado em 25 de outubro de 1998 pelo Papa João Paulo II. Diversos fatos contribuíram sua beatificação, dentre eles, em 1990, o caso de uma menina de 4 anos que estava com complicações bronco-pulmonares e crises convulsivas. Após 13 dias de UTI, e uma parada cardio-respiratória, os familiares e amigos rezaram e deram a menina as “pílulas”. A menina teve alta no dia 21 de junho do mesmo ano.

CANONIZAÇÃO – Bento XVI realizou a celebração da canonização de Frei Galvão em 11 de maio de 2007, no Campo de Marte, na Zona Norte de São Paulo, com mais de 1 milhão de fiéis, se tornando o primeiro santo nascido no Brasil. Dois mil padres e mais de 300 bispos ajudaram na celebração, que contou também com um coral de 1270 vozes.

Santo Antônio de Sant`ana Galvão é considerado padroeiro das mulheres grávidas e sua festa é celebrada no dia 23 de dezembro.

Pesquisa: Fabinho – Equipe PASCOM

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SANTA CATARINA LABOURÉ

(Nossa Senhora da Medalha Milagrosa)

Novembro 2009

No dia 27 de novembro de 1830, na capela das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, Catarina Labouré teve uma visão de Nossa Senhora. A Virgem Santíssima estava de pé sobre um globo, segurando com as duas mãos um globo menor, sobre o qual aparecia uma cruzinha de ouro. Dos dedos das suas mãos, que de repente encheram-se de anéis com pedras preciosas, partiam raios luminosos em todas as direções e, num gesto de súplica, Nossa Senhora oferecia o globo do Senhor.

Santa Catarina Labouré relatou que Nossa Senhora baixou os olhos pra ela, e o que o globo chegou a desaparecer, formando-se em volta da Santíssima Virgem um quadro oval, no qual em letras de ouro se lia: “Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós”. Foi constatada a necessidade de se cunhar medalhas por este modelo, e que todas as pessoas as trouxerem, receberão grandes graças, sobretudo se a trouxerem no pescoço; as graças serão abundantes, especialmente para aquelas pessoas que a usarem com confiança.

Então o quadro se virou e, no verso aparecem a letra M de Maria, com uma cruz em cima, tendo um terço na base; por baixo da letra M estavam os corações de Jesus e Sua Mãe Santíssima. O primeiro cercado por uma coroa de espinhos, e o segundo atravessado por uma espada. Contornando o quadro havia uma coroa de doze estrelas.

A mesma visão se repetiu várias vezes, sobre o sacrário do altar-mor; ali aparecia Nossa Senhora, sempre com as mãos cheias de graças, estendidas para a terra, e a invocação já referida e envolve-la.

Após a instalação de um inquérito oficial sobre a origem e os efeitos da medalha, foi autorizada a cunhagem da medalha, afinal, foi concluída a veracidade dos fatos, através de admiráveis benefícios e graças singulares obtidos por muitos.

Pesquisa: Fabinho – Equipe PASCOM

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