SÃO GOTARDO-MG – DIOCESE DE PATOS DE MINAS

Bispado e Santa Sé

BISPO DIOCESANO – Dom Frei Cláudio Nori Sturm

csc_0486Dom Frei Cláudio nasceu aos 12 de maio de 1953, em Giruá-RS.

É filho de Leopoldo Aloísio e Denise Sturm, que tiveram outros seis filhos: Gervásio, Maria Bernardete, Vitório Antônio, Sônia Teresinha, José Valdomiro e Feliciano Afonso.

Estudou nos seminários de Capinzal-SC e Irati-PR (1968 a 1973). Emitiu os votos temporários aos 02/03/1975 e os perpétuos aos 28/10/1978. Cursou Filosofia e Teologia em Ponta Grossa-Pr (1975-1980). Foi ordenado sacerdote aos 16/01/1980. Concluiu o Mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma em 1985, especializou-se em Teologia na Suíça (1999-2001).

 

 

04/01/2009 (Posse de Dom Cláudio)

Posse

 

Serviços – Professor no Seminário Menor em Irati-PR; Professor, Mestre e Diretor do Instituto de Filosofia, em Ponta Grossa-PR; Reitor do Colégio Internacional São Lourenço de Brindes, em Roma; Pároco da Paróquia Imaculada Conceição, Ponta Grossa-PR; Vigário e Ministro Provincial da Província Capuchinha do Paraná e Santa Catarina.

Bispo – Nomeado aos 08/10/2008, pelo Papa Bento XVI. Ordenação aos 5/12/2008, pelos Bispos Ordenantes Dom Moacyr José Vitti, Dom Sérgio Arthur Braschi e Dom Mário Márquez, em Ponta Grossa-PR. Posse aos 04/01/2009, em Patos de Minas-MG.

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O Brasão se apresenta através dasformas e cores, apontando para a espiritualidade franciscana que está na origem da vocação de Dom Claudio Nori Sturm, simbolizada no Tau marrom. Ao mesmo tempo, indica a fonte da vida que brota da Palavra de Deus, representada na Bíblia, norteando todo seu ser e agir. A Palavra semeada com Fé, alimenta a esperança, sustenta a caridade e anuncia abundante colheita na messe do Senhor, visualizada no verde e amarelo. Tudo sob a proteção da Virgem do Rosário, Mãe de Deus, que estende seu manto protetor. Na cor azul está simbolizada atenda de Javé que se estende sobre a criação. O bispo, envolvido e abrasado pelo amor de Deus, é conduzido pela luz divina para a vinha do Senhor, comprometido e identificado com o rebanho a ele confiado. Norteado pelo seu lema: “Manete in dilectione mea” (“Permanecei no meu amor”), conclama todos os fiéis a permanecerem unidos em Cristo, que é a videira e o Pai, o agricultor. “Quem permanecer em Mim produzirá muitos frutos” (Jô 15,5).


 

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Os BISPOS NA HISTÓRIA DA PARÓQUIA

Dom Alexandre Gonçalves do Amaral

Dom Alexandre nasceu a 12 de junho de 1906 em Carmo da Mata, MG e era filho de Benjamim Gonçalves e Maria Cândida do Amaral. Sua vocação sacerdotal nasceria do exemplo de seu pai que era vicentino. Dom Alexandre viveu seu bispado motivando a caridade vicentina em toda sua diocese. Foi batizado a 29 de junho de 1906. Realizou o 2º Grau no Seminário de Mariana-MG, Filosofia e Teologia no Seminário Coração Eucarístico, Belo Horizonte-MG, onde também foi ordenado padre a 22 de setembro de 1929. Eleito bispo a 5 de agosto de 1939, ordenação episcopal a 29 de outubro de 1939; Posse em Uberaba a 8 de dezembro de 1939. Primeiro Arcebispo de Uberaba de 1962 a 1 de maio de 1978, quando renunciou juntamente com seu Administrador Apostólico Dom José Pedro Costa. Viveu 96 anos de batismo, 23 antes do sacerdócio, 73 anos de padre, 39 anos de governo episcopal e 23 anos como bispo emérito, incluídos os 6 dolorosos anos de doença. Sua vida bateu três recordes impossíveis de serem repetidos até o fim do mundo porque, com dispensa canônica pela pouca idade, foi ordenado padre com apenas 23 anos, nomeado bispo com apenas 33 anos e morreu como o mais velho do mundo por antiguidade de ordenação episcopal, pois viveu 63 anos como bispo.

Durante todo esse tempo realizou seus trabalhos em Belo Horizonte-MG: Foi professor de Filosofia e Teologia no Seminário do Coração Eucarístico, onde também foi Diretor Espiritual. Foi Pároco de São José, Calafate; Reitor e Assistente da Ação Católica. Em 1939 conseguiu a Nomeação Episcopal e neste mesmo ano conseguiu a Ordenação Episcopal também em Belo Horizonte-MG.

Em sua nomeação o Núncio Apostólico pediu que ficasse na difícil diocese de Uberaba pelo menos 5 anos sem pedir transferência, ao que Dom Alexandre respondeu; “Ficarei mais de 5 anos, serei enterrado em Uberaba”. Por ser orador sacro, por ter escrito livros, e por outros méritos ocupou a cadeira 21 da Academia de Letras do Triângulo Mineiro.

Em Uberaba, Dom Alexandre construiu o grande prédio do seminário São José, tornou diário o Jornal “Correio Católico”, onde, diariamente tinha uma mensagem sua no famoso “rodapé”. Trouxe para seu bispado três mosteiros contemplativos das beneditinas, carmelitas e concepcionistas. Trouxe as Carmelitas da Afonso Rato, os capuchinhos, os Padres Sacramentinos para cuidar da Adoração Perpétua, fundada em 1951, as Irmãs de São João Batista do Asilo São Vicente e as Irmãs para cuidar do Orfanato Santo Eduardo. Participou dos estudos das três sessões do Concílio Vaticano II, de 1962 a 1965. Fundou inúmeras Paróquias, ordenou 82 padres.

Na década de 1940 foi considerado o mais notável bispo brasileiro em coordenações de ações da Ação Católica e considerado o maior orador sacro no Brasil. No Correio Católico publicou mais de 4.000 artigos. Por muitos anos, célebres foram os sermões das 7 palavras na sexta feira santa na Catedral de Uberaba, MG, sempre intermeadas com frases em Latim, Italiano, Francês e termos teológicos citados em grego. Citava Santo Tomás de Aquino em Latim.

Recebeu o Título de Cidadão Patense e foi o instaurador da Diocese de Patos de Minas-MG.

Era obediente à Igreja. Roma antigamente orientava tudo, até a indumentária episcopal cujos sapatos de fivelas vermelhas, as meias, a faixa à cintura, as casas dos botões da batina. A fivela do sapato episcopal prescrito ocasionou-lhe uma chaga no pé. Dom Alexandre pela obediência não a abandonou. Mancou durante anos.

Aquela incomoda chaga só fechou 15 dias depois que a Santa Sé dispensou a exigência daquele sapato. Fé Católica não muda. Implicações históricas de manifestação da fé podem ser mudadas.


Dom José André Coimbra

Dom José André Coimbra nasceu em Carbonita-MG, em 10 de novembro de 1900. Filho de José dos Santos Coimbra e Maria dos Santos Rodrigues. Fez seus estudos primários na terra natal. Cursou o Seminário de Diamantina. Ordenou-se Sacerdote a 13 de julho de 1924. Foi vigário de Itamarandiba durante 06 meses e do Serro por 10 anos. Diretor Hebdomadário do “Estrela Polar” e professor no Seminário e no Ginário da cidade de Diamantina-MG. Sagrou-se Bispo de Barra do Piraí-RJ em 24 de junho de 1938, permanecendo até outubro de 1955.

Jornalista, fundou o Semanário “O Vigilante”. Em 08 de junho de 1955 é nomeado Bispo de Patos de Minas-MG, e toma posse no dia 30 de outubro de 1955, quando é instalada a Diocese. O ato foi presidido por Dom Alexandre Gonçalves do Amaral, Delegado do Núncio Apostólico. Fundou o Jornal “Folha Diocesana”, Criou a Paróquia de Santa Terezinha. Muito trabalhou para o bem estar da comunidade.

Escreveu três Cartas Pastorais, o livro de contos “Um Padre, um Ovo e um Cão. Amante das pesquisas históricas, elaborou um trabalho folclórico a respeito das modinhas de sua terra natal, e a história de Carbonita. Amante da Música, escreveu a música do hino oficial de Patos de Minas. Como Bispo de Patos de Minas, uma de suas maiores preocupações foi o incremento das vocações sacerdotais. Sobre o tema escreveu a sua primeira Carta Pastoral aos Diocesanos de Patos de Minas. Em 2 de agosto do ano de 1958 instala o Seminário Menor Pio XII.

Dom José André Coimbra foi o grande idealizador do Seminário Menor na Diocese de Barra do Piraí-RJ, construído na Estrada que liga a cidade de Barra do Piraí a cidade de Valença, hoje onde se encontra a UNGB (Universidade Geraldo de Biasi – FERP).

Faleceu na cidade de Araxá-MG em 16 de agosto de 1968, foi sepultado no dia 17 de agosto, na Cripta da Catedral de Santo Antônio, em Patos de Minas-MG.


Dom José Belvino do Nascimento

Dom José Belvino nasceu em Mercês-MG aos 29 de dezembro de 1932. Filho de João Belvino da Costa e Ana Maria do Nascimento foi ordenado Sacerdote aos 02 de dezembro de 1956. Sua Nomeação Episcopal foi em 27 de junho de 1981 e sua Ordenação Episcopal foi Entre Rios de Minas-MG, em 29 de setembro de 1981.

Foi Bispo de Itumbiara-GO de 1981 a 1987; Bispo Coadjutor de Patos de Minas-MG de 1987 a 1989.
Foi nomeado Bispo Diocesano de Divinópolis -GO em 05 de abril de 1989, onde renunciou por causa da idade em 2009.

Lema: “Fide in Fidem” (“Pela fé e para fé”)


Dom Frei Jorge Scarso, OFM Cap.

Dom Jorge nasceu em Modica-Itália em 13 de agosto de 1916. Ordenou-se como Presbítero em 28 de junho de 1942, na cidade de Siracusa-Itália. Vindo para o Brasil como Missionário foi nomeado Bispo e sua Ordenação Episcopal ocorreu no dia 25 de março de 1968, na cidade do Rio de Janeiro-RJ.

Tem como lema: “Evangelizar pauperibus misit me” (“Enviou-me para evangelizar os pobres”)

Durante todo esse tempo realizou seus trabalhos como Superior e Guardião do Convento de Augusta-Itália; em 1946 veio para o Brasil como Missionário, de 1949 a 1967 exerceu a função de Vigário nas cidades de Santa Teresa e Penha do Norte-ES, Mantena-MG e, Niterói e Petrópolis-RJ; de 1968 a 1992 trabalhou como Bispo na Diocese de Patos de Minas-MG e, em 1977, foi Administrador Apostólico de Paracatu-MG.
Renunciou por causa da idade em 08 de janeiro de 1992.


Dom João Bosco Óliver de Faria

Dom João Bosco nasceu em São João Del Rei-MG em 30 de outubro de 1939. Filho de José Lopes de Faria e Gersina Óliver de Faria. Estudou Filosofia na Faculdade Dom Bosco em São João Del Rey-MG e Teologia no Seminário Maior São José em Mariana-MG. Fez  Especialização: Mestrado em Teologia Moral pela Academia Afonsiana. Roma / Itália; Curso de aperfeiçoamento de Língua Inglesa: Saint Giles  – Londres ( 1973); Curso de aperfeiçoamento de língua Francesa  – França ( 1974); Estágio Pastoral na Inglaterra
(1974); Curso sobre Matrimônio (Congregação para o culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, Roma – 1974);
Estágio Pastoral no Canadá; Estágio Pastoral na Inglaterra; Curso de Bioética para Bispos-Roma (1994).

Ordenou-se como Presbítero no dia 03 de setembro de 1968 na cidade de Belo Horizonte-MG e, como Bispo no dia 12 de outubro de 1987 na cidade de Pouso Alegre-MG.
Fora nomeado Bispo de Patos de Minas-MG no dia 08 de janeiro 1992, tomando posse no dia 22 de fevereiro do mesmo ano, na Catedral de Santo Antônio de Pádua em Patos de Minas-MG.

Em 1996 fundou o Jornal “Informativo Diocesano”.

E em 30 de maio de 2007, foi nomeado Arcebispo de Diamantina-MG, onde tomou posse em 28 de julho de 2007.

Seu Lema é: “Amor tantum aedificat” (“Só o amor constrói”)


BISPO DIOCESANO – Dom Cláudio Nori Sturm

csc_0486Dom Cláudio nasceu aos 12 de maio de 1953, em Giruá-RS.

É filho de Leopoldo Aloísio e Denise Sturm, que tiveram outros seis filhos: Gervásio, Maria Bernardete, Vitório Antônio, Sônia Teresinha, José Valdomiro e Feliciano Afonso.

Estudou nos seminários de Capinzal-SC e Irati-PR (1968 a 1973). Emitiu os votos temporários aos 02/03/1975 e os perpétuos aos 28/10/1978. Cursou Filosofia e Teologia em Ponta Grossa-Pr (1975-1980). Foi ordenado sacerdote aos 16/01/1980. Concluiu o Mestrado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma em 1985, especializou-se em Teologia na Suíça (1999-2001).

Serviços – Professor no Seminário Menor em Irati-PR; Professor, Mestre e Diretor do Instituto de Filosofia, em Ponta Grossa-PR; Reitor do Colégio Internacional São Lourenço de Brindes, em Roma; Pároco da Paróquia Imaculada Conceição, Ponta Grossa-PR; Vigário e Ministro Provincial da Província Capuchinha do Paraná e Santa Catarina.

Bispo – Nomeado aos 08/10/2008, pelo Papa Bento XVI. Ordenação aos 5/12/2008, pelos Bispos Ordenantes Dom Moacyr José Vitti, Dom Sérgio Arthur Braschi e Dom Mário Márquez, em Ponta Grossa-PR. Posse aos 04/01/2009, em Patos de Minas-MG

Fonte: site diocesano

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DOM JOSÉ LIMA

Bispo Emérito de Sete Lagoas-MG

 

 

  • Nascimento: Tiros-MG, em 21/02/1924.
  • Filiação: Frederico José de Lima e Maria Aniceta de Lima.
  • Ordenação presbiteral: Bom Despacho-MG, em 08/12/1948.
  • Nomeação episcopal:24/04/1973.
  • Ordenação Episcopal: São Gotardo-MG, em 15/07/1973.
  • Lema: “In caritate Christi” (No amor de Cristo) / “In Caritate” (Na caridade – 1Jo 4,16).
  • Estudos: 1º Grau: Tiros (1934-1940); 2º Grau: Seminário Menor, Mariana-MG, (1941-1942); Filosofia: Seminário São José, Mariana-MG (1945 a 1948); Teologia: Seminário São José, Mariana-MG (1945-1948).
  • Especializações:Curso do MEC em História, Uberaba-MG (1960); Curso de Moral e Cívica, Belo Horizonte-MG (1962).
  • Atividades antes do episcopado: Vigário Cooperador em Tiros-MG e Encarregado de Areado de Patos-MG (1949-1952); Paróquia Nossa Senhora das Dores (1953-1964); Pároco de São Sebastião de São Gotardo-MG (1965-1973).
  • Atividades como Bispo:Bispo Diocesano de Itumbiara-GO (1973-1981); Bispo de Sete Lagoas-MG (1981-1999); coordenador de construção de Igrejas, salões e casas paroquiais nas duas dioceses. Significativo trabalho “rumo ao Novo Milênio”.
  • Escritos de sua autoria:Cartas Pastorais e Circulares aos diocesanos.
  • Endereço da Cúria: Rua Major Campos, 154 – CEP 35.700-001 – Sete Lagoas- MG – Telefone: (31) 3771-3608.

 

Fonte:cnbb.org.br

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SANTA SÉ

PAPA – Bento XVI

Pouco antes das 13h (de Brasília) do dia 19 de abril de 2005, o cardeal alemão Joseph Ratzinger foi eleito o 265.º papa da história. A fumaça saiu da chaminé da capela Sistina, minutos depois, os sinos da basílica de São Pedro confirmaram que Joseph Ratzinger tinha sido escolhido como o novo chefe da Igreja Católica Apostólica Romana. Por volta das 13h40, o protodiácono anunciou “Habemus Papam” (temos papa).

Joseph Ratzinger, então com 78 anos, apareceu numa janela do Vaticano e pronunciou o “urbi et orbi” (bênção a Roma e ao mundo), vestido com os trajes brancos tradicionais de seda e lã e com o solidéu (gorro) na cabeça. E pediu orações ao mundo: “Queridos irmãos e irmãs, depois do grande João Paulo 2º, os cardeais escolheram a mim – um simples, humilde trabalhador da vinha do Senhor”, disse.

Considerado o braço-direito de João Paulo II, ele adotou o nome de Bento XVI.

SAIBA UM POUCO SOBRE BENTO XVI – Ratzinger nasceu em 16 de abril de 1927, em Marktl, Alemanha, e entrou para o seminário aos 12 anos. Na adolescência, estudou grego e latim, e mais tarde se doutorou em teologia pela Universidade de Munique.

Durante a Segunda Guerra, chegou a ser convocado para combater nos esquadrões antiaéreos alemães. Dispensado, acabou sendo recrutado primeiro pela legião austríaca e depois pela infantaria alemã, da qual desertou em menos de dois meses.

De volta ao seminário, foi ordenado padre em junho de 1951. À função, somou o trabalho como professor de teologia, primeiro na Universidade de Bonn e depois na de Regensburg, onde seria reitor.

Em março de 1977, tornou-se arcebispo de Munique e Freising e, foi nomeado cardeal pelo papa Paulo VI.

Já sob João Paulo II, em 1981, Ratzinger tornou-se o líder da Congregação para a Doutrina da Fé.

Ele se comunica em dez línguas e recebeu sete doutorados honorários. É considerado um excelente pianista, e tem preferência por obras de Beethoven (1770-1827).

“Que o Espírito Santo nos ajude a encorajar o Papa a seguir pelos caminhos da verdadeira evangelização do mundo de hoje”.

Fonte: Internet

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João Paulo II (Karol Jozef Wojtyla)

Karol Jozef  Wojtyla (Carlos José) nasceu aos 18 de maio de 1920, em Wadowice, na Polônia. Foi batizado  no dia 20 de julho do mesmo ano.

Seu pai, operário,  chamava-se Karol Wojtyla e sua mãe, professora, Emília Kaczorowska.

No ano de 1942, em tempos de guerra e em meio ao comunismo,  inscreveu-se como aluno de Filosofia e Teologia no seminário clandestino que o Cardeal Dom Adam Stefan Sapihea mantinha em sua residência, em Cracóvia.

No dia primeiro de novembro de 1946, aos 26 anos, foi ordenado sacerdote.

Aos 27 anos foi enviado pelo Arcebispo Sapihea para estudar em Roma.

Em 1948 obteve seu doutorado  em filosofia e moral, com tese sobre a ética, em São João da Cruz.

Aos 29 anos retornou para Cracóvia, onde continuou seus estudos para doutorar-se em teologia.

Em 1954 assumiu a cadeira de filosofia na Universidade Católica de Lublin.

O Papa Pio XII nomeou-o Bispo auxiliar de Cracóvia no dia 4 de julho de 1958, aos 38 anos de idade e 12 anos de sacerdócio.

Aos 28 de setembro foi sagrado Bispo, escolhendo como lema “Totus Tuus” (Todo Teu), em relação à Virgem Maria.

No dia 13 de janeiro de 1964 foi nomeado, pelo Papa Paulo VI, Arcebispo de Cracóvia e participante do Concílio Vaticano II, onde teve uma atuação ativa.

Aos 26 de junho de 1967, aos 47 anos de idade, foi nomeado Cardeal pelo Papa Paulo VI.

SUA ELEIÇÃO A PAPA – Quando o Vaticano anunciou o sucessor do papa João Paulo I no dia 16 de outubro de 1978, católicos de todo o mundo tiveram uma grande surpresa. Pela primeira vez desde 1522, o mais alto posto da hierarquia da Igreja Católica era ocupado por um religioso que não havia nascido na Itália. Ainda abalados pela morte prematura de João Paulo I, que ficou no poder apenas 34 dias, os cardeais com direito a voto escolheram o polonês Karol Jozef Wojtyla para ser o 264º papa (263º sucessor de Pedro).

João Paulo II, que adotou o nome para homenagear o seu predecessor, era a verdadeira imagem de um esportista quando foi saudado pelos fiéis que aguardavam a nomeação do comandante do catolicismo na Praça de São Pedro. Aos 58 anos, Wojtyla transpirava saúde e energia; na juventude praticou montanhismo, natação e futebol. Antes de ingressar na vida religiosa, o papa trabalhou em uma mina e em uma indústria química na Polônia, justamente na época em que o país era ocupado por tropas nazistas.

Seu pontificado, um dos três mais longos da história, sofreu um grande susto no dia 13 de maio de 1981, quando foi baleado pelo turco Mehmet Ali Agca durante uma missa que celebrava na Praça São Pedro. Levado imediatamente para a Clínica Agostino Gemelli, o papa foi submetido a uma cirurgia que durou cinco horas e meia, onde recebeu três litros de sangue e perdeu 55 centímetros do intestino.

O atentado terrorista marcou o início de seus problemas de saúde. Ainda em 1981, Wojtyla foi internado novamente para se tratar de uma infecção derivada da operação. Na década de 90, foi operado de um tumor benigno no cólon, perdeu a vesícula biliar, fraturou o fêmur e passou a conviver com o mal de Parkinson.

Desde que assumiu o seu posto, João Paulo II manteve o conservadorismo na Igreja Católica, editando encíclicas contra o aborto, homossexualidade, controle de natalidade, fertilização in vitro, engenharia genética e eutanásia.

SUA PEREGRINAÇÃO – Ao contrário dos seus antecessores, João Paulo II fez muitas viagens, inclusive para países socialistas, o que representa um marco para a Igreja Católica. A sua primeira visita ao Brasil aconteceu em 1980. Ao meio-dia do dia 30 de junho de 1980, o papa desembarcou no país e percorreu 13 cidades em apenas 12 dias. A maratona teve um total de 30 mil quilômetros e momentos inesquecíveis, como a celebração de uma missa campal para 160 mil pessoas no Maracanã. Na segunda visita, dois anos depois (junho de 1982), esteve no Rio de Janeiro.

A terceira viagem ao Brasil aconteceu entre 12 e 21 de outubro de 1991. O papa não costumava beijar o solo de um país que ele já tinha visitado, mas no Brasil ele quebrou a tradição. Visitou sete cidades e fez 31 discursos e homilias. Esteve pela quarta vez no Brasil entre 2 e 6 de outubro de 1997. Em seu papado, João Paulo II visitou mais de 120 países. Promoveu alguns encontros marcantes no campo do ecumenismo e do diálogo inter-religioso.

Outro momento marcante do seu pontificado aconteceu em 2000, quando a igreja comemorou 20 séculos de história. Em missas e pregações, o papa pediu perdão pelos pecados cometidos pelos católicos. Apesar de não mencionar fatos específicos, cardeais com forte relação de amizade com o pontífice disseram que João Paulo II estava referindo-se às injustiças acontecidas durante as Cruzadas e Inquisição.

SEUS ESCRITOS – Autor dos livros “Atravessar o Umbral da Esperança”, “Dom e Ministério: no Qüinquagésimo Aniversário do Meu Sacerdócio”, “Tríptico Romano” e “Levante-te, Vamos”, entre outras publicações, o papa celebrou mais de 150 cerimônias de beatificações e mais de 50 canonizações, entre as quais a de Amabile Lucia Visitainer, a Madre Paulina do Coração Agonizante de Jesus, a primeira santa brasileira. Italiana, nascida na região de Trento, Visitainer veio para o Brasil com apenas 10 anos. Sua primeira Encíclica, “Redemptor Honoris” (Redentor dos Homens, 1979) explica a redenção por Cristo e a dignidade humana. Encíclicas posteriores falaram sobre o poder da misericórdia na vida dos homens, a importância do trabalho como formas de “santificação”, os efeitos destrutivos da rivalidade entre as superpotências e a necessidade de conciliação entre o capitalismo e a justiça social.

O ADEUS – Após anos de convivência com o mal de Parkinson e com uma série de problemas de saúde, Wojtyla morreu aos 84 anos em seus aposentos no Palácio Apostólico do Vaticano (Roma), às 21:37h (16:37h de Brasília) do dia 2 de abril de 2005.

Fontes: http://www.netsaber.com.br e http://www.sagrada.net

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TODOS OS PAPAS

  • São Pedro – Betsaida, papa de 32 a 67
  • São Lino – Túscia, papa de 67 a 76
  • Santo Anacleto – Roma, papa de 76 a 88
  • São Clemente I – Roma, papa de 88 a 97
  • Santo Evaristo – Grécia, papa de 97 a 105
  • Santo Alexandre IRoma, papa de 105 a 115
  • São Sisto I – Roma, papa de 115 a 125
  • São Telésforo – Grécia, papa de 125 a 136
  • Santo Higino – Grécia, papa de 136 a 140
  • São Pio I – Aquiléia, papa de 140 a 155
  • Santo Aniceto – Síria, papa de 155 a 166
  • São Sotero – Campânia, papa de 166 a 175
  • Santo Eleutério – Epiro, papa de 175 a 189
  • São Vitor I – África, papa de 189 a 199
  • São Zeferino – Roma, papa de 199 a 217
  • São Calisto I – Roma, papa de 217 a 222
  • Santo Urbano I – Roma, papa de 222 a 230
  • São Ponciano – Roma, papa de 230 a 235
  • Santo Antero – Grécia, papa de 235 a 236
  • São Fabiano – Roma, papa de 236 a 250
  • São Cornélio – Roma, papa de 251 a 253
  • São Lúcio I – Roma, papa de 253 a 254
  • Santo Estevão I – Roma, papa de 254 a 257
  • São Sisto II – Grécia, papa de 257 a 258
  • São Dionísio – papa de 259 a 268
  • São Félix I – Roma, papa de 269 a 274
  • Santo Eutiquiano – Luni, papa de 275 a 283
  • São Caio – Dalmácia, papa de 283 a 296
  • São Marcelino – Roma, papa de 296 a 304
  • São Marcelo I – Roma, papa de 308 a 309
  • Santo Eusébio – Grécia, papa de 309 a 309
  • São Melquíades – África, papa de 311 a 314
  • São Silvestre I – Roma, papa de 314 a 335
  • São Marcos – Roma, papa de 336 a 336
  • São Júlio I – Roma, papa de 337 a 352
  • Libério – Roma, papa de 352 a 366
  • São Dâmaso I – Espanha, papa de 366 a 384
  • São Sirício – Roma, papa de 384 a 399
  • Santo Anastácio I – Roma, papa de 399 a 401
  • Santo Inocêncio I – Albano, papa de 401 a 417
  • São Zósimo – Grécia, papa de 417 a 418
  • São Bonifácio I – Roma, papa de 418 a 422
  • São Celestino I – Campânia, papa de 422 a 432
  • São Sisto III – Roma, papa de 432 a 440
  • São Leão Magno Túscia 440 461
  • Santo Hilário – Sardenha, papa de 461 a 468
  • São Simplício – Tivoli, papa em 468 –
  • São Félix III (II) – Roma, papa de 483 a 492
  • São Galásio I – África, papa de 492 a 496
  • Anastácio II – Roma, papa de 496 a 498
  • São Símaco – Sardenha, papa de 498 a 514
  • São Hormisdas – Frosinone, papa de 514 a 523
  • São João I – Túscia, papa de 523 a 526
  • São Félix IV (III) – Sâmnio, papa de 526 a 530
  • Bonifácio II – Roma, papa de 530 a 532
  • João II – Roma, papa de 533 a 535
  • Santo Agapito I – Roma, papa de 535 a 536
  • São Silvério – Campânia, papa de 536 a 537
  • Vigílio – Roma, papa de 537 a 555
  • Pelágio I – Roma, papa de 556 a 561
  • João III – Roma, papa de 561 a 574
  • Bento I – Roma, papa de 575 a 579
  • Pelágio II – Roma, papa de 579 a 590
  • São Gregório I – Roma, papa de 590 a 604
  • Sabiniano – Túscia, papa de 604 a 607
  • Bonifácio III – Roma, papa de 607 a 608
  • São Bonifácio IV – Marsi, papa de 608 a 615
  • São Adeodato I – Roma, papa de 615 a 618
  • Bonifácio V – Nápoles, papa de 619 a 625
  • Honório I – Campânia, papa de 625 a 638
  • Severino – Roma, papa de 640 a 640
  • João IV – Dalmácia, papa de 640 a 642
  • Teodoro I – Grécia, papa de 642 a 649
  • São Martinho I – Todi, papa de 649 a 655
  • Santo Eugênio I – Roma, papa de 654 a 657
  • São Vitaliano – Segni, papa de 657 a 672
  • Adeodato II – Roma, papa de 672 a 676
  • Dono – Roma, papa de 676 a 678
  • Santo Ágato – Sicília, papa de 678 a 681
  • São Leão II – Sicília, papa de 682 a 683
  • São Bento II – Roma, papa de 684 a 685
  • João V – Síria, papa de 685 a 686
  • Cônon – papa de 686 687
  • São Sérgio I – Síris, papa de 687 a 701
  • João VI – Grécia, papa de 701 a 705
  • João VII – Grécia, papa de 705 a 707
  • Sisínio – Síria, papa de 707 a 708
  • Constantino I – Síria, papa de 708 a 715
  • São Gregório II – Roma, papa de 715 a 731
  • São Gregório III – Síria, papa de 731 a 741
  • São Zacarias – Grécia, papa de 741 a 752
  • Estevão II – Roma, papa de 752 a 757
  • São Paulo I – Roma, papa de 757 a 767
  • Estevão III – Roma, papa de 768 a 772
  • Adriano I – Roma, papa de 772 a 795
  • São Leão III – Roma, papa de 795 a 816
  • Estevão IV – Sicília, papa de 816 a 817
  • São Pascoal I – Roma, papa de 817 a 824
  • Eugênio II – Roma, papa de 824 a 827
  • Valentim I – Roma, papa de 827 a 827
  • Gregório IV – Roma, papa de 827 a 844
  • Sério II – Roma, papa de 844 a 847
  • São Leão IV – Roma, papa de 847 a 855
  • Bento III – Roma, papa de 855 a 858
  • São Nicolau I – Roma, papa de 858 a 867
  • Adriano II – Roma, papa de 867 a 872
  • João VIII – Roma, papa de 872 a 882
  • Mariano I – Gellese, papa de 882 a 884
  • Santo Adriano III – Roma, papa de 884 a 885
  • Estevão V – Roma, papa de 885 a 891
  • Formoso – Pôrto, papa de 891 a 896
  • Bonifácio VI – Roma, papa de 896 a 896
  • Estêvão VI – Roma, papa de 896 a 897
  • Romano – Gallese, papa de 897 a 897
  • Teodoro II – Roma, papa de 897 a 897
  • João IX – Tivoli, papa de 898 a 900
  • Bento IV – Roma, papa de 900 a 903
  • Leão V – Árdea, papa de 903 a 903
  • Sérgio III – Roma, papa de 904 a 911
  • Anastácio III – Roma, papa de 911 a 913
  • Lando – Sabina, papa de 913 a 914
  • João X – Tossignano, papa de 914 a 928
  • Leão VI – Roma, papa de 928 a 928
  • Estevão VII – Roma, papa de 929 a 931
  • João XI – Roma, papa de 931 a 935
  • Leão VII – Pavia, papa de 936 a 939
  • Estêvão VIII – Roma, papa de 939 a 942
  • Marino II – Roma, papa de 942 a 946
  • Agapito II – Roma, papa de 946 a 955
  • João XII – Roma, papa de 955 a 964
  • Leão VIII – Roma, papa de 963 a 965
  • Bento V – Roma, papa de 964 a 966
  • João XIII – Túsculo, papa de 965 a 972
  • Bento VI – Roma, papa de 973 a 974
  • Bento VII – Roma, papa de 974 a 983
  • João XIV – Roma, papa de 983 a 984
  • João XV – Roma, papa de 985 a 996
  • Gregório V – Saxônia, papa de 996 a 999
  • Silvestre II – Alvérnia, papa de 999 a 1003
  • João XVII – Roma, papa de 1003 a 1004
  • João XVIII – Roma, papa de 1004 a 1009
  • Sérgio IV – Roma, papa de 1009 a 1012
  • Bento VIII – Túsculo, papa de 1012 a 1024
  • João XIX – Túsculo, papa de 1024 a 1032
  • Bento IX – Túsuculo, papa de 1032 a 1045
  • Silvestre III – Roma, papa de 1045 a 1045
  • Bento IX (2ª vez) – papa de 1045 a 1045
  • Gregório VI – Roma, papa de 1045 a 1046
  • Clemente II – Saxônia, papa de 1046 a 1047
  • Bento IX (3ª vez) – papa de 1047 a 1048
  • Dâmaso II – Baviera, papa de 1048 a 1049
  • São Leão IX – Egisheim-Dagsburg, papa de 1049 a 1055
  • Vitor II – Dolinstein-Hirschberg, papa de 1055 a 1057
  • Estêvão X – Lorena, papa de 1057 a 1059
  • Nicolau II – Borgonha, papa de 1059 a 1061
  • Alexandre II – Milão, papa de 1061 a 1073
  • São Gregório VII – Túscia, papa de 1073 a 1085
  • Beato Vitor III – Benevento, papa de 1086 a 1087
  • Beato Urbano II – França, papa de 1088 a 1099
  • Pascoal II – Ravena, papa de 1099 a 1118
  • Gelásio II – Gaeta, papa de 1118 a 1119
  • Calisto II – Borgonha, papa de 1119 a 1124
  • Honório II – Fagnano, papa de 1124 a 1130
  • Inocêncio II – Roma, papa de 1130 a 1143
  • Celestino II – Castelo, papa de 1143 a 1144
  • Lúcio II – Bolonha, papa de 1144 a 1145
  • Beato Eugênio III – Pisa, papa de 1145 a 1153
  • Anastácio IV – Roma, papa de 1153 a 1154
  • Adriano IV – Inglaterra, papa de 1154 a 1159
  • Alexandre III – Siena, papa de 1159 a 1181
  • Lúcio III – Lucca, papa de 1181 a 1185
  • Urbano III – Milão, papa de 1185 a 1187
  • Gregório VIII – Benevento, papa de 1187 a 1187
  • Clemente III – Roma, papa de 1187 a 1191
  • Celestino III – Roma, papa de 1191 a 1198
  • Inocêncio III – Anagni, papa de 1198 a 1216
  • Honório II –I Roma, papa de 1216 a 1227
  • Gregório IX – Anagni, papa de 1227 a 1241
  • Celestino I –V Milão, papa de 1241 a 1241
  • Inocêncio IV – Gênova, papa de 1243 a 1254
  • Alexandre IV – Anagni, papa de 1254 a 1261
  • Urbano IV – Troyes, papa de 1261 a 1264
  • Clemente IV – França, papa de 1265 a 1268
  • Beato Gregório X – Placência, papa de 1271 a 1276
  • Beato Inocêncio V – Savóia, papa de 1276 a 1276
  • Adriano V – Gênova, papa de 1276 a 1276
  • João XXI – Portugal, papa de 1276 a 1277
  • Nicolau III – Roma, papa de 1277 a 1280
  • Matinho IV – França, papa de 1281 a 1285
  • Honório IV – Roma, papa de 1285 a 1287
  • Nicolau IV – Ascoli, papa de 1288 a 1292
  • São Celestino V – Isérnia, papa de 1294 a 1294
  • Bonifácio VIII – Anagni, papa de 1294 a 1303
  • Beato Bento XI – Treviso, papa de 1303 a 1304
  • Clemente V – França, papa de 1305 a 1314
  • João XXII – Cahors, papa de 1316 a 1334
  • Bento XII – França, papa de 1335 a 1342
  • Clemente VI – França, papa de 1342 a 1352
  • Inocêncio VI – França, papa de 1352 a 1352
  • Bento Urbano V- França, papa de 1362 a 1370
  • Gregório XI – França, papa de 1370 a 1378

Grande cisma do Ocidente – Papas Romanos

  • Urbano VI – Nápoles, papa de 1378 a 1389
  • Bonifácio IX – Nápoles, papa de 1389 a 1404
  • Inocêncio VII – Sulmona, papa de 1404 a 1406
  • Gregório XII – Veneza, papa de 1406 a 1415

Papas depois do grande cisma

  • Martinho V – Roma, papa de 1417 a 1431
  • Eugênio IV – Veneza, papa de 1431 a 1447
  • Nicolau V – Sarzana, papa de 1447 a 1455
  • Calisto III – Valência, papa de 1455 a 1458
  • Pio II – Siena, papa de 1458 a 1464
  • Paulo II – Veneza, papa de 1464 a 1471
  • Sisto IV – Savona, papa de 1471 a 1484
  • Inocêncio VIII – Gênova, papa de 1484 a 1492
  • Alexandre VI – Valência, papa de 1492 a 1503
  • Pio III – Siena, papa de 1503 a 1503
  • Júlio II – Savona, papa de 1503 a 1513
  • Leão X – Florença, papa de 1513 a 1521
  • Adriano VI – Ultrecht, papa de 1522 a 1523
  • Clemente VII – Florença, papa de 1523 a 1534
  • Paulo III – Roma, papa de 1534 a 1549
  • Júlio III – Roma, papa de 1550 a 1555
  • Marcelo II – Montepulciano, papa de 1555 a 1555
  • Paulo IV – Nápoles, papa de 1555 a 1559
  • Pio IV – Milão, papa de 1559 a 1565
  • São Pio V – Bosco, papa de 1566 a 1572
  • Gregório XIII – Bolonha, papa de 1572 a 1585
  • Sisto V – Grottammare, papa de 1585 a 1590
  • Urbano VII – Roma, papa de 1590 a 1590
  • Gregório XIV – Cremona, papa de 1590 a 1591
  • Inocêncio IX – Bolonha, papa de 1591 a 1591
  • Clemente VIII – Florença, papa de 1592 a 1605
  • Leão XI – Florença, papa de 1605 a 1605
  • Paulo V – Roma, papa de 1605 a 1621
  • Gregório XV – Bolonha, papa de 1621 a 1623
  • Urbano VIII – Florença, papa de 1623 a 1644
  • Inocêncio X – Roma, papa de 1644 a 1655
  • Alexandre VII – Siena, papa de 1655 a 1667
  • Clemente IX – Pistóia, papa de 1667 a 1669
  • Clemente X – Roma, papa de 1670 a 1676
  • Beato Inocêncio XI – Como, papa de 1676 a 1689
  • Alexandre VIII – Veneza, papa de 1689 a 1691
  • Inocêncio XII – Nápoles, papa de 1691 a 1700
  • Clemente XI – Urbino, papa de 1700 a 1721
  • Inocêncio XIII – Roma, papa de 1721 a 1724
  • Bento XIII – Roma, papa de 1724 a 1730
  • Clemente XII –Florença, papa de 1730 a 1740
  • Bento XIV – Bolonha, papa de 1740 a 1758
  • Clemente XIII – Veneza, papa de 1758 a 1769
  • Clemente XIV – Rimini, papa de 1769 a 1774
  • Pio VI – Cesana, papa de 1775 a 1799
  • Pio VII – Cesena, papa de 1800 a 1823
  • Leão XII – Fabriano, papa de 1823 a 1829
  • Pio VIII – Cingoli, papa de 1829 a 1830
  • Gregório XVI – Belluno, papa de 1831 a 1846
  • Pio IX – Sinigáglia, papa de 1846 a 1878
  • Leão XIII – Carpineto, papa de 1878 a 1903
  • São Pio X – Riese, papa de 1903 a 1914
  • Bento XV – Gênova, papa de 1914 a 1922
  • Pio XI – Milão, papa de 1922 a 1939
  • Pio XII – Roma, papa de 1939 a 1958
  • João XXIII – Sotto II Monte, papa de 1958 a 1963
  • Paulo VI – Concesio, papa de 1963 a 1978
  • João Paulo I – Belluno, papa de 1978 a 1978
  • João Paulo II – Polônia, papa de 1978 a 2005
  • Bento XVI – Alemanha, papa de 2005 até dias atuais
Fonte: 29/09/2010

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