SÃO GOTARDO-MG – DIOCESE DE PATOS DE MINAS

Pastorais

  • PASTORAL CATEQUÉTICA
  • PASTORAL DA COMUNICAÇÃO (PASCOM)
  • PASTORAL DA CRIANÇA
  • PASTORAL DA ESPERANÇA
  • PASTORAL DA JUVENTUDE (PJ)
  • PASTORAL DA SAÚDE
  • PASTORAL DO BATISMO
  • PASTORAL DO DÍZIMO
  • PASTORAL FAMILIAR
  • PASTORAL LITÚRGICA E DE CANTO
  • PASTORAL VOCACIONAL

PASTORAL CATEQUÉTICA

A catequese, que tem como finalidade “fazer com que alguém se ponha, não apenas em contato, mas em comunhão, em intimidade com Jesus Cristo” (CT 5), está a serviço da Palavra, da transmissão da Revelação.

É sempre um dom gratuito de Deus, no qual Ele se dá a conhecer à Humanidade, lhe mostra o Seu mistério, convidando cada pessoa a uma relação pessoal de amizade com Deus, com o Deus que quer salvar todas as pessoas. Este desígnio salvífico de Deus é dado a conhecer por palavras e gestos, que têm o seu ponto culminante em Jesus Cristo: mediador e plenitude da Revelação.

A catequese, como serviço eclesial de transmissão de fé, tem como missão dar a conhecer Jesus Cristo: a Sua vida, palavras, milagres e gestos. Aliás é Cristo o centro da catequese. “Tem que se dizer, portanto, que na catequese é Cristo, Verbo Encarnado e Filho de Deus, que é ensinado – e tudo o resto sempre em relação com Ele; e que somente Cristo ensina; qualquer outro que ensine, fá-lo na medida em que é seu porta-voz, permitindo a Cristo ensinar pela sua boca” (CT 6).

A Mensagem de Cristo está presente na Igreja, que a guarda e transmite a cada geração, através da Sagrada Escritura e Sagrada Tradição, pelo que a transmissão da fé é um ato essencialmente eclesial. É a Igreja que guarda os documentos da fé, e todos eles são parte integrante das fontes da catequese, a saber: textos bíblicos, textos litúrgicos, escritos dos Padres da Igreja, formulações do Magistério, símbolos da fé, testemunhos dos santos e reflexões teológicas (Cf DGC 96).

Esta transmissão de fé há de possibilitar o acesso e a assimilação da linguagem própria da fé, de dialogar com a cultura, dizendo qual é a fé em que se acredita, mas há de ser capaz, sobretudo, de gerar uma nova cultura: uma cultura evangélica.

Fonte:www.cordemaria.com.br

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PASTORAL DA CRIANÇA

A Pastoral da Criança tem como objetivo o desenvolvimento integral das crianças e promove, em função delas, também suas famílias e comunidades, sem distinção de raça, cor, profissão, nacionalidade, sexo, credo religioso ou político.

Seu trabalho, baseado na solidariedade humana e na partilha do saber, visa o desenvolvimento integral das crianças, da concepção aos seis anos de idade, em seu contexto familiar e comunitário, a partir de ações de caráter preventivo e que fortaleçam o tecido social e a integração entre a família e a comunidade.

Os voluntários da Pastoral da Criança desenvolvem ações de saúde, nutrição, educação, cidadania e espiritualidade de forma ecumênica nas comunidades pobres. As atividades visam promover o desenvolvimento integral das crianças, desde a concepção aos seis anos de idade, e a melhoria da qualidade de vida das famílias.

Fonte: http://www.pastoraldacrianca.org.br

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PASTORAL DA ESPERANÇA

A Pastoral da Esperança atua na revitalização da fé na Ressurreição daqueles que perdem seus entes queridos, sendo presença de solidariedade e de esperança, aliviando o sofrimento e o sentimento de perda diante da morte. Pretende confortar espiritualmente as famílias enlutadas, assistindo-as nos velórios realizando encontros de oração em suas residências e amparar às famílias na perda de parentes.

A Pastoral deve levar a esperança de que aquilo que estamos vivendo agora (a morte), não seja a última palavra, a morte não é o fim de tudo, e para além de toda dor e de toda a morte, existe uma mão que “enxugará as lágrimas de nossos olhos e assim a morte já não existirá nem haverá luto, nem pranto e nem fadiga, porque tudo isso já passou.” (Ap 21,4).

É por causa da fé na ressurreição que nossas preces pelos falecidos têm sentido.

É pela fé na ressurreição que a Pastoral faz “encomendação do corpo” colocando a pessoa falecida sobre a proteção de Deus.

A Pastoral da Esperança também reza pelos que ficam, ajudando-os a superar a dor da perda pelos que partiram e pelos que choram a sua ausência. Procura confortar espiritualmente as famílias enlutadas, assistindo-as nos velórios realizando encontros de oração em suas residências e amparar às famílias na perda de parentes.

O Ministério da Esperanças é a presença e a ação da Igreja Católica nos cemitérios, nas salas de velórios e capelas mortuárias. Seu objetivo é levar, através do Evangelho uma mensagem de fé e esperança e consolar a todos aqueles que sofrem a perda do ente querido.

Fonte: http://www.cordemaria.com.br

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PASTORAL DA JUVENTUDE (PJ)

A Pastoral da Juventude é herdeira de uma história que vem sendo construída em nosso país desde 1930 com a chamada Ação Católica. Por volta de 1920, o Papa Pio XI preocupado com a missão da Igreja diante dos desafios e das grandes mudanças na realidade mundial (processo de urbanização e industrialização), estimulou a chamada Ação Católica que era o espaço de participação dos leigos católicos no apostolado hierárquico da Igreja, para a difusão e a atuação dos princípios católicos na vida pessoal, familiar e social.

A Ação Católica no Brasil foi marcada por dois momentos distintos. O primeiro, com a chamada Ação Católica Geral (de 1932 a 1950), e o segundo momento, a Ação Católica Especializada (de 1950 a 1960). Com a Ação Católica Especializada e os seus grupos JAC (Juventude Agrária Católica), JUC (Juventude Universitária Católica), JEC (Juventude Estudantil Católica) e JOC (Juventude Operária Católica) percebemos o início de um novo modelo de evangelização para os jovens. A Pastoral de Juventude herdou muita coisa deste período, como o método Ver-Julgar-Agir; uma prática transformadora a partir da realidade; a descoberta da dimensão política da fé; o protagonismo dos jovens e a presença do Deus Libertador nas lutas do povo.

Mas o surgimento de uma Pastoral Juventude Orgânica e transformadora como conhecemos hoje foi sendo gestado na década de 70 por iniciativa da própria CNBB e iluminado por um novo modelo de Igreja Latino-americana que vinha sendo construído através das conclusões e encaminhamentos das Conferências dos Bispos da América Latina ocorridas em Medelin (1968) e Puebla (1979). Foram nascendo e se organizando as pastorais de juventude: PJ – Pastoral da Juventude, organiza-se a partir dos grupos nas comunidades; PJE – Pastoral da Juventude Estudantil, organiza-se a partir dos grupos nas escolas; PJMP – Pastoral da Juventude do Meio Popular, organiza-se a partir dos grupos do meio popular, tendo como referência a classe social; e PJR – Pastoral da Juventude Rural, organiza-se a partir dos grupos de jovens na zona rural.

Essas pastorais assumem a espiritualidade que une a fé e a vida, a eclesiologia de comunhão e participação, valoriza a história e a caminhada feita, assume uma metodologia que parte da realidade, que reflete, estuda, planeja ações, celebra a caminhada, avalia sempre sua prática, assume os diferentes ambientes onde vivem os jovens.

Em 1983, a CNBB criou o Setor de Juventude, com o objetivo de assumir mais concretamente as orientações da Igreja na América Latina. Assumiu a Pastoral Orgânica da Juventude, tendo o jovem como protagonista de sua ação evangelizadora, visando favorecer a articulação dos jovens a partir dos ambientes onde vivem. Não é uma ação planejada para jovens e, sim, a partir deles (as) “jovens evangelizando jovens” com acompanhamento de assessores.

No Ano Internacional da Juventude de 1985, criou-se o Dia Nacional da Juventude (DNJ).  Desde então, o DNJ é celebrado todos os anos, reunindo milhares de jovens em todo o país.

Em 1989, a coordenação nacional da Pastoral da Juventude do Brasil, decidiu criar uma Secretaria Nacional, com um (a) jovem eleito em Assembléia. Organiza, também, o jornal “Juventude” destinado aos grupos de jovens.

A grande força da Pastoral da Juventude se dá no Brasil em 1992, marcada pelo tema da Campanha da Fraternidade com o tema: Fraternidade e Juventude, e com o Lema: Juventude Caminho Aberto.

De lá para cá, graças a Deus, houve grandes avanços e continuamos caminhando com passos bem avançados.

“A Pastoral da Juventude é utopia e realidade, desafio e tarefa. Já está aí, mas nunca está pronta e acabada. Sua especialidade é estar sempre em construção, dinâmica e criativa, como a própria Juventude”.

A Pastoral da Juventude do Brasil mantém uma estrutura que parte dos grupos de jovens articulados em coordenações nos diversos níveis e ambientes. Ela assume também a assessoria como um ministério de acompanhamento e formação dos jovens e de sua pastoral e, também, a busca do diálogo com as Congregações e Movimentos eclesiais que trabalham com jovens.

“Só uma juventude organizada, será uma juventude forte”. (PUEBLA, 1185/1188).

* Página da PJ de São Gotardo: pjsaogotardo.wordpress.com

Fonte: Álvaro Silva, PJ de São Gotardo

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PASTORAL DA SAÚDE

Na Pastoral da Saúde de São Gotardo muitos desses se encontram com Deus nas visitas.

De acordo com as diretrizes da conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Pastoral da Saúde é a ação evangelizadora de todo povo de Deus, comprometido a defender, promover, preservar, cuidar e celebrar a vida, tornando presente na sociedade de hoje a missão libertadora de Cristo no mundo da saúde, nas seguintes dimensões:

I – Solidária: vivência da solidariedade aos doentes e sofredores nos hospitais, domicílios e comunidades, atendendo a pessoa na sua dimensão física, psicológica, social e espiritual.

II – Comunitária: capacitação de agentes multiplicadores de saúde e criação de grupos comunitários que atuem no campo da prevenção, promoção, educação e humanização das instituições de saúde através de um processo participativo e transformador.

III – Político Institucional: atuação política junto a instituições e órgãos, públicos e privados que prestam serviços e formam profissionais na área da saúde.

VOZ DO ESPÍRITO – No tempo de São Camilo (padroeiro da Pastoral da Saúde) eram fortes os apelos que vinham do mundo dos doentes. Muitos cristãos os terão ouvido, mas, como o sacerdote levita na parábola do bom samaritano, não perceberam voz de Deus que fala no coração dos acontecimentos e seguiram seu caminho, levados por muitos compromissos e projetos pessoais. Camilo, sensível à voz do Senhor, que desde a conversão o colocou no caminho do amor, escutou com compaixão aqueles apelos e colocou-se inteiramente a serviço dos doentes. Tornou-se, assim, o bom samaritano, a exemplo de Cristo, cujo amor misericordioso ele mesmo havia experimentado.

Todos devemos ajudar a Pastoral de Saúde, como por exemplo, passando nomes de pessoas que precisam de serem assistidas.

Fonte: http://www.cordemaria.com.br

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PASTORAL DO BATISMO

A Pastoral do Batismo de São Gotardo conta com uma equipe de pessoas trabalhando em prol da comunidade, buscando uma maior sintonia com o sacramento do batismo.

Batismo é ”…a maior graça que alguém pode receber na terra”. É através do Batismo que participamos da Redenção que Jesus nos conquistou com o Seu precioso sangue. Tanto assim, que Ele disse aos Apóstolos, pouco antes de sua Ascensão ao Céu: “Quem crer e for batizado será salvo, mas quem não crer será condenado” (Marcos 16,16).

Pelo pecado de Adão e Eva, a humanidade se separou de Deus, e experimentou a danação, já que Deus é a fonte da vida do homem. Jesus veio, então,  para “tirar o pecado do mundo” (João 1, 29) e recolocar o homem em comunhão com Deus. Ele fez isso pela sua Paixão e Morte de Cruz, e deixou a Igreja e os Sacramentos para que esta salvação chegue a cada pessoa.

O Batismo é exatamente este primeiro sacramento que nos faz “membros do Corpo de Cristo” (conf. I Coríntios 12, 27) e participantes de Seus méritos. Assim, ser batizado, é fazer parte de Jesus, é ser membro de Sua Igreja, é ser filho de Deus adotado por Jesus Cristo, é ter o Céu por herança, e ter Maria como Mãe. Logo, ser batizado faz muita diferença!

Ser batizado é a maior graça que alguém pode receber na terra; por isso, a Igreja não quer que ninguém fique sem o Batismo; e a criança, pela fé dos pais e padrinhos, deve logo ser batizada.

O QUE FAZ A PASTORALDO BATISMO – Visita as famílias de pais e padrinhos dos batizandos.

SEUS OBJETIVOS – Levar conhecimento do valor e da importância do sacramento do batismo.

BATISMO É O ACESSO AOS DEMAIS SACRAMENTOS – Batismo é o fundamento de toda a vida cristã, a porta de entrada para a vida na comunidade e o acesso aos demais sacramentos. Pelo batismo somos libertados do pecado e regenerados como filhos de Deus, tornando-nos membros de Cristo; somos incorporados à Igreja e participantes de sua missão.

QUEM PODE RECEBER O BATISMO – Pode receber o Batismo qualquer criança que não tenha sido batizada. A partir dos sete anos, a pessoa não batizada deve preparar-se, através da Catequese Paroquial, para receber esse sacramento.

MISSÃO DO PADRINHO E DA MADRINHA – O Padrinho e a Madrinha tem dupla responsabilidade: orientar o(a) afilhado(a) no crescimento da fé, isto é, se os pais são indiferentes em relação a vida espiritual do filho, a função do padrinho e da madrinha é de intervir e/ou substituir os pais nesta missão; amparar o afilhado em caso de doença grave ou de necessidade materiais de seus pais.

PARA PADRINHO E MADRINHA DEVEMOS ESCOLHER pessoas católicas e participantes da comunidade; que sejam batizadas, crismados e tenham feito a Primeira Eucaristia; pessoas que tenham no mínimo 16 anos e/ou que não sejam idosas; pessoas que possuam laços fortes de amizade com a família; pessoas casadas no religioso ou solteiras desempedidas.

ONDE A CRIANÇA DEVE SER BATIZADA – A criança deve ser batizada na comunidade onde os pais freqüentam. Caso se deseja realizar o batizado em outra Paróquia ou comunidade deve-se conversar com o Padre da comunidade de origem e pegar com ele uma autorização por escrita.

ESCOLHER BEM O NOME DA CRIANÇA – O nome é como uma identidade pessoal. Ele marca a pessoa para a vida toda. Por isso, é necessário escolher nomes que tenham um significado especial para os pais ou para a própria criança e não somente porque tal nome está na moda, ou é de um artista ou personagem de televisão, ou nomes que representam outra fé, que não a católica.

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA O BATISMO – São necessários a Certidão de Nascimento da criança e o comprovante da preparação de Batismo dos pais e padrinhos.

Fonte: apostoladobrasileiro.com

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PASTORAL DO DÍZIMO

Pelo dízimo se cria o compromisso de cada pessoa entregar, como reconhecimento e gratidão pelos benefícios recebidos, parte de seus bens, seu tempo e seus dons, colocando-os a serviço da igreja. Dessa forma, torna-se participante da missão de evangelizar.

Com a Pastoral do Dízimo, a Igreja quer pôr em prática as três dimensões que o dízimo tem: social, religiosa e missionária. Dimensões estas que garantem à igreja atuar e tornar-se sinal de Jesus Cristo no meio do povo, e capacitar pessoas para continuar a obra que Jesus iniciou.

Nossa Diocese já possui um bom trabalho nas Paróquias sobre o dízimo. Essa é uma pastoral como as outras; requer convite, iniciativa, conversão, decisão, fidelidade e persistência.

Você, que é batizado ajude a intensificar essa Pastoral. Assim, seremos fiéis ao 5.º Mandamento da Igreja que diz: “Dar o dízimo conforme o costume’’. É, ainda, importante não esquecer: “Deus ama quem dá com alegria’’. (2 Cor 9,7)

http://www.diocesedeosorio.org

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PASTORAL FAMILIAR

A Pastoral Familiar é como o “eixo” das pastorais. Ela é o ponto básico e fundamental, pois todas as pastorais têm alguma coisa a ver com a família, e a pastoral familiar também tem muito a ver com as outras pastorais.Vamos saber logo,então ,o que é a pastoral familiar.

Ela se interessa por toda e qualquer realidade familiar e da igreja. É uma pastoral ampla, abrangente que age unida a outras pastorais. Tem, contudo, uma atuação própria, especifica. Por isso precisa de agentes especializados. Ela é muito mais abrangente que os movimentos familiares e os serviços à família com a pastoral familiar. São coisas distintas, que precisam ser integradas.

Mas, mesmo associada a outras pastorais e movimentos religiosos, a Pastoral Familiar tem dimensões próprias. Ela coordena e une estes, para alcançar os objetivos de pastoral. Os movimentos e serviços, por sua vez, oferecem a espiritualidade, a ação especializada, para que as diversas situações da família sejam atingidas.

Mas, explicando melhor, a Pastoral Familiar é uma ação organizada e planejada, que se realiza na igreja, por meio de agentes específicos, capazes de oferecer os instrumentos necessários para a formação das famílias.

Ela é desenvolvida para:

– Fornecer orientações para a vivência familiar.

– Para levar a todos a Boa Nova do sacramento do matrimônio.

– Para transformar a sociedade pela obra de evangelização humana e cristã.

– Para defender e promover a vida e o amor como valores essenciais da dignidade humana.

Fonte: http://www.paroquiasaopauloapostolo.com.br

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PASTORAL LITÚRGICA E DE CANTO

Pastoral Litúrgica e de Canto é o serviço para animar a vida litúrgica, levando em conta o contexto social, histórico, cultural e eclesial das comunidades, tendo em vista a participação ativa, consciente e plena de todos na celebração, para dela colherem frutos espirituais.

Ela, com a participação da comunidade ou de seus representantes, ocupa-se com a preparação, realização e avaliação das celebrações. Comporta uma adequada organização da vida litúrgica em todos os níveis eclesiais e uma permanente formação litúrgica do povo, dos ministros e das equipes de liturgia.

As liturgias, bem celebradas inserem as pessoas, através da ação simbólico-ritual, na vivência do Mistério Pascal de Cristo. A Pastoral Litúrgica organiza-se tendo como referência os momentos fortes do Ano Litúrgico, festas dos padroeiros, acontecimentos importantes da história da comunidade, celebração dos sacramentos, privilegiando o domingo como dia da Ressurreição, da Palavra, da Eucaristia e da comunidade.

A Pastoral Litúrgica e de Canto numa comunidade, paróquia ou diocese funciona com o auxílio de uma organização própria, provida de um plano de trabalho e um cronograma de atividades.

http://www.paroquiasaopauloapostolo.com.br

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PASTORAL VOCACIONAL

Pastoral Vocacional é um trabalho pastoral da Igreja que visa despertar os cristãos para a vocação humana, cristã e eclesial, discernindo os sinais indicadores do chamado de Deus, cultivando os germes de vocação e acompanhando o processo de opção vocacional consciente e livre.

Toda pessoa é vocacionada… é eleita por Deus.

Deus elege por causa de alguns (comunidade) e esta eleição se manifesta no nosso dia a dia.

A mensagem do Evangelho é um convite contínuo a seguir Jesus Cristo. Vem e segue-me (Mt 9,9 ; Mc 8,34; Le 18,22; Jo 8,12).

O QUE É VOCAÇÃO:

– Vocação é o chamado de Deus que tem como finalidade a realização plena da pessoa humana.

– É um gesto gracioso de Deus que visa a plena humanização do Homem.

– É dom, é graça, é eleição cuidadosa, visando a construção do Reino de Deus.

– É um chamado para fazer algo, para cumprir uma missão.

O CHAMADO – o chamado à vocação é um convite pessoal dirigido por Deus a uma pessoa.

A MISSÃO – a missão da vocação é o seguimento da prática de Jesus.

VOCAÇÃO FUNDAMENTAL:

Entendemos por vocação fundamental o chamado de cada pessoa: à vida, a ser Filho de Deus, a ser cristão, a ser Igreja.

Pela revelação sabemos que todos os homens foram chamados por Deus à santidade (Gn 1,26; 2,7; lPe 1,15-16). É um chamado a desenvolvermos plenamente todas as nossas potencialidades.

Todas as vocações específicas derivam desta vocação fundamental.

Pelo batismo todos fomos chamados a viver a santidade.

VOCAÇÃO ESPECÍFICA:

Vocação específica é a maneira própria de como cada pessoa realiza a sua vocação fundamental, como leigo, sacerdote ou religioso.

Fonte: cordemaria

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